quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

HTML5 só ficará pronto em 2014, mas responsáveis pelo padrão têm pressa

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Detalhes devem ser finalizados até maio, para que os testes possam começar; questões sobre codecs de áudio e vídeo ainda precisam ser resolvidas.


As especificações do HTML5 só serão definidas em julho de 2014, mas, ainda assim, o Congresso World Wide Web (W3C) decretou que maio deste ano será a última oportunidade para que os detalhes sejam finalizados. Afinal, o que falta?
De acordo com o responsável pelas especificações, Ian Jacobs, o refinamento da capacidade multimídia do HTML5 é uma das questões a serem resolvidas antes que o W3C mova para o último estágio, que durará três anos: receber comentários, fazer testes e concluir a interoperabilidade entre navegadores.

Os problemas multimídia

O assunto mais importante a ser debatido é sobre a possibilidade de incluir multicanais em vídeos e áudios. Isso permitiria, por exemplo, que um vídeo fique dentro de outro e que salas de bate papo ofereçam conversas simultâneas, por voz, entre seus usuários. Outro recurso que poderá ser adicionado é relacionado à tecnologia canvas 2D. Com ela, fotos poderão ser marcadas com seus créditos.

Uma polêmica é quanto ao codec de vídeo a ser usado como padrão. Os desenvolvedores não conseguiram chegar a um consenso, portanto devem deixar a escolha a cada browser, que só terão que adaptá-lo ao HTML5. “Não nos importamos com o codec que escolherão”, disse Jacob.

CSS e WebSocket

Em termos de linguagem, o HTML5 está bem formatado, mas alguns complementos sobre CSS e WebSocket precisam ser adicionados - numa tentativa de deixar a Web mais aberta. Este último é importante para aplicações de bolsas valores e feeds em tempo real. “Por enquanto, elas só funcionam com Flash e Java, não com o HTML5”.

Também se discute o suporte dos aplicativos ao padrão. Jeffrey Hammond, da Forrester Research, afirmou que, embora alguns desenvolvedores já estejam trabalhando para aceitá-lo, programas importantes como Microsoft Visual Studio e Adobe Dreamweaver ainda não foram adaptados.

Prazo

Embora o cronograma aponte para julho de 2014, a data final pode ser alterada. Segundo Ian Hickson, da equipe da W3C, no começo eles pensavam que tudo seria concluído até 2010, o que não foi possível.
Por isso, Jacobs tem incentivado os usuários a já começarem a usar o HTML5. “Queremos comentários para que possamos melhorar a interoperabilidade”, justificou.


Fonte: IDG Now!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Versão beta do Windows 8 pode estar pronta já em meados de 2011

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Novo sistema operacional com foco em tablets e similares deve fazer a primeira aparição pública em setembro. 

Primeiras máquinas rodando Win8 devem chegar ao mercado no início de 2012
Desde o lançamento do Windows 7, rumores circulando em sites especializados comentam que a Microsoft já estaria em processo acelerado de desenvolvimento do seu sucessor. Mais ainda, alguns especulam que essa nova versão irá centrar seu foco nos tablets e pequenos gadgets, com arquitetura redesenhada para tirar o máximo dos portáteis com tela sensível ao toque. Tudo isso faz sentido já que a empresa perdeu muito terreno em um nicho de mercado criado por ela mesma – na gênese dos tablets e dos finados UMPCs (PCs ultraportáteis) estão aparelhos rodando versões do Windows XP.
A observadora do site ZDNet, Mary Jo Foley, é respeitadíssima no meio tecnológico e especialista em Microsoft. Ela recebeu um slide que pode, em primeiro lugar, confirmar que a Microsoft está apostando no Windows 8 como uma plataforma para tablets e, em última instância, que o lançamento desse novo produto pode estar mais próximo do que pensamos. (clique na imagem para ampliar)
O slide recebiddo por Mary Jo no início do ano mostra um pedaço cronograma de desenvolvimento do Windows 8. Basicamente a estratégia se baseia em versões internas batizadas de Milestones. Cada Milestone passa por um intrincado processo de codificação/integração/afinação/encerramento. O segundo Milestone estaria pronto já em 23 de fevereiro depois de 5 meses em processo de desenvolvimento. E em 28 de fevereiro o Win 8 Milestone 3 já começaria a ser codificado.
A questão é que se essa nova versão levar o mesmo tempo que o Mileston 3 para ficar pronta – cerca de cinco meses – ela estará pronta até junho deste ano. Mary Jo considera que após esse processo, a versão passaria para a fase beta – com especialistas em Microsoft recebendo as primeiras versões para teste.
O ponto principal da argumentação é que a primeira apresentação de um tablet rodando o Windows 8 pode acontecer ainda este ano, durante a Conferência de Desenvolvedores Profissionais (PDC) que deve acontecer no mês de setembro.
Apesar de não conseguir comentários oficiais da Microsoft, a analista teve acesso também a um mapa de desenvolvimento da Dell que aponta o lançamento de um tablet rodando Windows 8 já em janeiro de 2012.

Fonte: ZDNet

Pesquisadores dobram a velocidade das conexões WiFi

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Tecnologia permite comunicação full duplex, na mesma frequência, para dispositivos 801.11

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA descobriram uma maneira de dobrar velocidade da transmissão de dados em redes WiFi sem qualquer alteração na frequência.
A tecnologia foi descrita por investidores como “simples e eficiente”. Baseada no uso simultâneo de três antenas, em vez das duas tradicionais encontradas nos dispositivos 801.11n. A solução permite comunicação full duplex na mesma frequência. Ou seja, é possível receber e enviar dados na mesma velocidade, algo considerado impossível até hoje.
As bandas de rádio estão sofrendo terrivelmente em função do seu congestionamento e ser capaz de incrementar a velocidade sem sair para outras faixas é o tesouro que motiva vários profissionais e desenvolvedores.
Ao realizar uma transmissão, um dispositivo de rádio emite ondas fortes demais para possibilitar que também receba instruções. O mesmo acontece com duas pessoas durante uma conversa; enquanto uma fala, a outra deve ficar quieta se quiser ouvir e entender o que o interlocutor diz. A dinâmica na transmissão de rádio funciona dessa maneira.
A tecnologia usada para permitir que a frequência seja usada de maneira otimizada remete ao recurso de abafar ruídos em alguns headphones. Quando o dispositivo sabe exatamente o que está enviando, pode filtrar todo o ruído restante para ficar atento à entrada de sinais. Assim ocorre a comunicação em duas vias na mesma frequência concomitantemente.
“Está tudo nos livros”, diz um integrante da equipe, Phillip Levis, que ocupa a cadeira de professor assistente na Universidade de Stanford. “Essas descobertas mudam a maneira como enxergávamos as transmissões de dados em redes sem fio até hoje”.
Ainda existe um bom caminho à frente até a tecnologia fique disponível para fabricantes e consequentemente, usuários finais. Um dos obstáculos a ser ultrapassado é, por exemplo, fazer os dispositivos cobrirem as distâncias em que normalmente são postos para operar.
Existe, ainda, uma contingência imposta pelos fabricantes. Os dispositivos são fabricados com vistas permitir a interconectividade entre aparelhos de marcas diferentes. Um roteador da DLink, por exemplo, consegue se comunicar com um Laptop da Dell, etc. Desenvolvidos pela IEEE (Institute of Electrical and Eletronics Engineers), esse padrão deve ser repassado aos fabricantes de dispositivos sem fio que operam no modelo 802.11 antes de ser adotado, o que pode levar anos.
Existe, também a possibilidade de vender essa tecnologia para um determinado fabricante e não é difícil imaginar empresas como a Apple se tornando proprietária de uma plataforma de rede sem fio mais rápida em detrimento da vantagem competitiva que tal recurso ofereceria.

sábado, 9 de outubro de 2010

Android Market enfim chega ao Brasil

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Nesta semana o Google finalmente liberou a compra de aplicativos através da loja virtual Android Market, e também disponibilizou a criação e venda de programas para os brasileiros.
Após anunciar que um total de 32 países poderiam comprar os aplicativos para smartphones na loja virtual do Android, o Google por fim liberou o acesso aos usuários brasileiros. Agora são mais de 80 mil aplicativos, entre pagos e gratuitos, disponíveis para download.
Por enquanto somente é possível realizar as compras através de um cartão de crédito internacional, pois os valores serão debitados em dólares americanos.
Já os desenvolvedores brasileiros que quiserem criar aplicativos e vendê-los no Android Market, precisam apenas preencher um cadastro no site e pagar uma taxa de US$ 25.
Fonte: Info Abril.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Seu laptop sincronizado com a TV

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Não resta muitas dúvidas de que o hábito de assistir TV e, ao mesmo tempo, navegar na internet já não é mais algo tão anormal.
Recente pesquisa da Nielsen mostrou que 40% dos entrevistados têm esse hábito. Além disso, durante a abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver, foi detectado que uma em cada sete pessoas que assistia ao evento, ao mesmo tempo, navegava na internet.
A grande questão é surgirem produtos interessantes que trabalhem em cima disso.
A FastCompany apresentou o MetaMirror, conceito desenvolvido pelo estúdio europeu Notion.
A ideia é que o seu laptop ou qualquer outro gadget que você esteja utilizando para acessar a internet seja sincronizado com o que é exibido na TV. No caso, o conteúdo nesses aparelhos funcionaria com um suplemento e ajudaria a dar contexto ao que é mostrado na TV. Ou seja, a TV seria tratada como tela principal e os dispositivos (laptops, tablets, celulares) como 2ª tela.


Para mim, o MetaMirror lembrou o conceito de “conteúdo inteligente“ – plataformas e seus respectivos conteúdos sincronizados de forma “inteligente”.
Num jogo de futebol, por exemplo, no laptop, seriam exibidas estatísticas em tempo real junto com atualizações do Twitter. Durante um programa de culinária, por sua vez, seriam mostradas opções de compra dos ingredientes no exato momento em que eles aparecem na tela da TV. Num show ao vivo na TV, a sincronia resultaria na exibição no laptop de links para comprar ou baixar as músicas de acordo com o desenrolar do setlist da apresentação.
A ideia do MetaMirror é que essa sincronia seja precisa. Em tempo real, o conteúdo mostrado em seu laptop (ou tablet) complementa e muda de acordo com o que é exibido na TV.
Fiquei pensando em como isso poderia ser aplicado na área de telejornalismo. No laptop, talvez a exibição de links para documentos na íntegra, discussões online ou mais informações sobre personagens enquanto são citados em uma matéria na TV.

Fonte: Tiago Dória Weblog

sexta-feira, 16 de julho de 2010

DO TÚNEL DO TEMPO: Cid Moreira anunciando Windows 95

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Encontrei no Youtube essa pérola do tempo em que o Jornal Nacional era apresentado por Cid Moreira e Sérgio Chapelin. Algo interessantíssimo de se notar naquela época são os exagerados superlativos que eram utilizados: o Windows 95 era tratado como “super sistema”; o Pentium, como “super computador” e “mais rápido do mundo”; gráficos que deixariam qualquer gamer de hoje roxo de vergonha eram tratados como “imagens do futuro” e os monitores CRT de 14 polegadas eram chamados de “alta definição”. Também podemos ver a tendência atual de os preços de informática ficarem cada vez menores.

Mas se eles soubessem de como seria o futuro, certamente não diriam que, com o Windows 95, poderíamos dar “adeus à tradicional espera para acessar os programas”

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Chrome 5 é mais rápido e fácil de personalizar

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Em nova versão, navegador do Google consegue ser ainda mais ligeiro, e pode ficar com a “cara” do usuário


Sem bugs aparentes e com um design atraente, o Google Chrome 5 se esforça para combinar o melhor de todos os outros navegadores existentes. Assim como o Mozilla Firefox, o novo Chrome permite a personalização tanto de seus recursos quanto de sua aparência. Talvez seja o primeiro navegador para Mac que pode competir com a força do Safari.
Muito veloz
O teste foi feito em um MacBook de 2 GHz, com 2 GB de RAM, comparando o Chrome 5 com os concorrentes Safari 5, Firefox 3.6.3 e Opera 10.53.
O novo navegador é o que melhor adota (na medida do possível) os mais recentes padrões da web.  Apesar de usar o mesmo engine HTML que o Safari (o WebKit), ele não suporta de forma confiável os controversos e proprietários truques de animação e transformação em CSS3 implementados pela Apple no Safari. Entretanto, assim como os outros navegadores testados, conseguiu pontuação máxima no teste de compatibilidade com os Seletores CSS3 e, junto com o Opera e o Safari, atingiu indiscutíveis 100 pontos no Acid3, teste que verifica a compatibilidade com vários padrões da web. O Chrome 5 também suporta tanto o codec H.264 da Apple quanto a tecnologia open source Ogg Theora para vídeo em HTML5, e tocou de forma perfeita os vídeos de teste neste padrão publicados por sites como o YouTube e BrightCove.
Nos testes de XHTML e CSS, o Chrome foi surpreendentemente mais lento que o Safari, apesar de utilizar o mesmo engine. No entanto, o páreo foi duro: o Safari renderizou uma página XHTML de teste armazenada localmente em 0.58 segundos, enquanto o Chrome fez o mesmo em 0.78 segundos. Em uma página CSS 3 armazenada localmente o Safari levou 33 milésimos de segundo contra 51 milésimos de segundo para o navegador do Google. Ainda assim, o Chrome renderizou uma página XHTML duas vezes mais rápido que o Opera (1.67 segundos) e deixou o Firefox comendo poeira (12.42 segundos). No CSS, também derrotou o Opera (193 milésimos) e novamente o Firefox (342 milésimos).
Mas quando o papo é JavaScript, o Chrome 5 e seu interpretador V8 brilham mais.  No SunSpider, um teste de desempenho de Javascript, ele atingiu a marca de 448.6 milissegundos, ultrapassando por muito pouco os 485.8 milésimos do Opera e deixando o Firefox bem para trás com 1,161.4 milissegundos. Todavia, o primeiro lugar no SunSpider continuou com o Safari, que marcou 376.3 milissegundos no processo.
A atenção do Chrome 5 sobre o JavaScript faz sentido: a tecnologia é a base para a maioria das ferramentas baseadas em Web nas quais o Google aposta como alternativa para o software convencional. É de muito interesse da empresa oferecer um navegador que lide com esse recursos mais rapidamente.
Uma experiência agradável
Na utilização geral, navegar no Chrome 5 foi uma experiência muito agradável. O programa abre e carrega as páginas com desempenho muito próximo ao do Safari. A interface gráfica com abas suavemente animadas quando abertas ou fechadas também chama a atenção, assim como a facilidade de reordenar as abas arrastando-as com o mouse.
Em alguns dias de uso intenso em vários tipos de sites, o Chrome carregou as páginas rapidamente e não caiu nenhuma vez. Isto é mérito do muito alardeado recurso de “sandboxing”, no qual cada aba do browser roda em um processo separado. Se algum erro faz a aba travar, as outras podem continuar funcionando sem derrubar o resto do navegador.
O Chrome 5 oferece os recursos usuais de privacidade e segurança encontrados nos navegadores mais modernos, todos muito bem implementados. Entretanto, faltam alguns recursos adicionais como a opção “Esquecer esse Site” presente no gerenciador de histórico do Firefox. Em contrapartida, o Chrome fica próximo do Mozilla com a coleção de temas para customizar o navegador e uma ampla lista de extensões criadas por usuários.
A melhor e mas útil ferramenta do novo navegador é a Omnibox. Ao digitar um endereço ou termo, a barra de endereços também exibe resultados de buscas nos favoritos e no histórico – e também serve como campo de pesquisa do Google. É uma ideia bastante simples e funciona de modo intuitivo. Também adorei o “Auditor de Página” escondido entre as ferramentas para desenvolvedores, que permite que o Chrome analise uma página da web e liste diversas maneiras de otimizar o código da mesma.
Dito isso, restam ainda alguns pontos em que a praticidade do Chrome perde para o Safari. Na barra de Favoritos, a opção “Abrir tudo em abas” não está diretamente disponível para uma pasta de sites. É necessário clicar  com o botão direito e selecionar essa opção no menu, algo contra-intuitivo. Ao editar os favoritos não é possível selecionar vários endereços para arrastar para uma nova pasta, e é preciso clicar com o botão direito na opção “editar” para mudar a URL de um site favorito. E, pelo fato de cada aba ter seu próprio processo o título da página que está sendo visualizada é geralmente reduzido e ilegível dentro do espaço da aba.
Aqueles que utilizam ferramentas de acesso universal do sistema operacional Mac OS X devem evitar o CHrome por enquanto. Um usuário notou que o navegador desabilita funções de acessibilidade disponíveis no Webkit. Um engenheiro do Chrome informou que o Google está trabalhando para restaurar as funções nas versões futuras.
Opinião da Macworld
Muito mais rápido que o Firefox e muito mais customizável que o Safari, o Chrome 5 é um ótimo meio termo entre os dois. É um novo concorrente entre os browsers de Mac e um alerta para a Apple, Mozilla e Opera repensarem suas estratégias.
Fonte: http://macworldbrasil.uol.com.br/reviews/2010/07/14/chrome-5-e-mais-rapido-e-facil-de-personalizar/