Agora, será possível guardar até 128 GB de dados.
Formato não é compatível com os aparelhos atuais.
Os discos de Blu-ray, utilizados para filmes em alta definição e para games do PlayStation 3, ganharão novas versões. A associação Blu-ray Disc Association anunciou dois novos modelos para o formato, que agora, poderá alcançar até 128 GB de espaço de armazenamento.
Chamados de BDXL e de IH-BD, eles poderão ser apenas graváveis, com espaço de armazenamento de 128 GB, ou regraváveis, com espaço de 100 GB. Eles serão utilizados apenas comercialmente, mas a associação afirmou que lançará discos BDXL para o consumidor em breve. O IH-BD virá com duas camadas de armazenamento de até 25 GB. Uma delas permitirá que o usuário possa gravar dados pessoais em um disco comercial.
Para utilizar os novos discos, contudo, os usuários terão que comprar novos leitores e tocadores de Blu-ray, uma vez que o formato não será compatível com os aparelhos atuais. A Blu-ray Disc Association afirmou que novos aparelhos chegarão ao mercado norte-americano em breve.
Fonte: G1 Tecnologia
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Cinco recursos corporativos que faltam ao iPad
Novo computador tablet da Apple pode ser uma ferramenta valiosa para empresas, mas peca por não trazer funcionalidades essenciais para atender a esse segmento.
Começa a ser comercializado dentro de algumas semanas o novo computador tablet iPad da Apple – pelo menos a versão Wi-Fi (até agora o aparelho foi oferecido apenas em pré-venda). O portátil está sendo comparado a leitores digitais e computadores ultraportáteis (netbooks), além de tablets baseados em sistemas operacionais como o Windows 7. O dispositivo poderia ser valioso para o mercado corporativo, mas peca por não trazer funcionalidades essenciais para as empresas.
O iPad é um dispositivo diferente que vem para conquistar seu próprio nicho. A inicialização instantânea como um smartphone, combinado com um processador rápido, tela multitouch, tamanho rival aos notebooks e a ampla biblioteca de mais de 150 mil aplicativos tornam o dispositivo único para servir como ferramenta de negócios.
Confira abaixo cinco recursos ausentes no iPad que o tornariam muito melhor para ser utilizado como ferramenta de negócios:
1-Expansão de memória
O iPad vem em três versões: 16GB, 32GB e 64GB. Se a necessidade de armazenamento do usuário corporativo for maior do que o limite do dispositivo, ele não atenderá. Quase todos os smartphones – com exceção do iPhone – têm memória expansível via cartões mini ou micro SD. O iPad não é um smartphone, mas a Apple deveria ter incluído uma entrada para cartão de memória no dispositivo para permitir a expansão de memória, caso seja preciso.
2-Entradas USB
Notebooks e netbooks oferecem uma grande flexibilidade por meio dessas entradas: existem dispositivos de leitura, discos rígidos, webcams, fones de ouvido e uma série de acessórios USB. Uma entrada USB – em conjunto com os softwares e drivers corretos – poderia ampliar em grande parte a funcionalidade do iPad e permitir aos profissionais de negócios utilizá-lo para uma nova variedade de propósitos.
3-Câmera de vídeo
Uma câmera frontal é provavelmente o recurso mais especulado para o iPad. Seguindo o lançamento, desenvolvedores e analistas de mídia notaram que o iPad que Steve Jobs utilizou no evento de lançamento do aparelho pareceu ter espaço para câmera, e o kit de desenvolvimento (SDK) da Apple traz referências à ela. Mas parece que não haverá, de fato, câmera no iPad – pelo menos não na primeira geração. Talvez isso chegue no segundo iPad, já que a possibilidade de conduzir videoconferências do dispositivo é um dos maiores recursos em potencial para negócios.
4-MultitarefaO iPhone OS, utilizado pelo iPad, ainda não permite multitarefa. Tecnicamente, o sistema é capaz de oferecer esse recurso, mas a Apple limitou ou restringiu os aplicativos que são capazes de permitir essa funcionalidade. A necessidade para multitarefa no iPhone é discutível – há soluções alternativas que podem ser tão efetivas quanto o recurso.
No entanto, uma tela do tamanho do iPad permite a visualização de várias janelas ao mesmo tempo – implicando uma obrigação por parte da Apple em permitir a funcionalidade de multitarefa. Felizmente, isso é uma questão de software e o recurso pode ser adicionado com uma simples atualização do sistema.
5- Navegadores alternativos
A Apple tem o seu próprio navegador – o Safari – que é utilizado no iPhone, iPad e iPod Touch. Infelizmente, este navegador não é o mais funcional ou mais popular navegador no mundo. Em quarto lugar, com menos de 5% do mercado de navegadores, o Safari simplesmente não é a melhor escolha para profissionais de negócios.
Muitas empresas dependem de ferramentas baseadas na web e aplicações que foram construídas para o Microsoft Internet Explorer ou para o Mozilla Firefox e podem não funcionar corretamente no Safari. Permitir escolhas de navegadores alternativos também é uma melhora no iPad que pode ser conseguida por meio de software, portanto é algo que pode acontecer antes da próxima geração do dispositivo.
O iPad é um dispositivo projetado para consumo de mídia pelo público em geral. Ele é desenvolvido para ser uma plataforma móvel de informações/entretenimento, e é primariamente um gadget para consumidores. Mesmo assim, ele ainda reserva vários usos para negócios, e uma biblioteca crescente de aplicativos que objetivam integrar o iPad (e o iPhone) à empresa.
5- Navegadores alternativos
A Apple tem o seu próprio navegador – o Safari – que é utilizado no iPhone, iPad e iPod Touch. Infelizmente, este navegador não é o mais funcional ou mais popular navegador no mundo. Em quarto lugar, com menos de 5% do mercado de navegadores, o Safari simplesmente não é a melhor escolha para profissionais de negócios.
Muitas empresas dependem de ferramentas baseadas na web e aplicações que foram construídas para o Microsoft Internet Explorer ou para o Mozilla Firefox e podem não funcionar corretamente no Safari. Permitir escolhas de navegadores alternativos também é uma melhora no iPad que pode ser conseguida por meio de software, portanto é algo que pode acontecer antes da próxima geração do dispositivo.
O iPad é um dispositivo projetado para consumo de mídia pelo público em geral. Ele é desenvolvido para ser uma plataforma móvel de informações/entretenimento, e é primariamente um gadget para consumidores. Mesmo assim, ele ainda reserva vários usos para negócios, e uma biblioteca crescente de aplicativos que objetivam integrar o iPad (e o iPhone) à empresa.
Fonte: IDG Now
terça-feira, 30 de março de 2010
HTML 5: será melhor conter a expectativa?
Postado por
Unknown
às
10:18
Marcadores:
Aplicações Offline,
codec,
CSS,
HTML5,
vídeos,
W3C
0
comentários
A linguagem que prometia libertar a web dos padrões proprietários talvez não possa viver sem eles.
A ideia básica por trás da HTML 5, a mais recente versão proposta para a linguagem fundadora da web, é tornar todos os recursos, não apenas textos e links, disponíveis de forma ampla e uniforme por todas as plataformas. Bem, essa é a teoria. Na prática, as coisas não serão muito diferentes da web de hoje, que se apoia em formatos de mídia e métodos proprietários.
Nesses 20 anos desde que a HTML surgiu, empresas - como a Adobe e seu Flash, a Microsoft com o Silverlight e a Apple com o QuickTime - acrescentaram seus próprios formatos proprietários de mídia à web.
Para completar, outras companhias - como Google com o Gears e a Oracle/Sun com o JavaFX - criaram tecnologias para a web que tornaram possível criar aplicações offline e que exploravam o ambiente do usuário. Não há nada de errado com isso, mas esses formatos proprietários e essas plataformas de aplicação comprometeram a ideia de uso universal da web.
O plano do Consórcio World Wide Web (W3C) com o HTML5 era responder a essas abordagens proprietárias. Este padrão aberto, que ainda tem de ser totalmente aprovado, eleva a HTML de simples descritora de elementos básicos de texto a uma forma que inclui especificações para apresentação de animações, áudio, equações matemáticas, fontes e vídeo. Em resumo, a HTML5 tem a missão de incorporar todas as funcionalidades que os usuários da web esperam hoje dos add-ons proprietários.
Mudança de rumo
Como disse Ian Hickson, um dos editores do padrão HTML5, "um dos objetivos da HTML5 é afastar a web de tecnologias proprietárias como Flash, Silverlight e JavaFX". Ao mesmo tempo, de acordo com Sir Tim Berners-Lee, o fundador da web e diretor do W3C, "sim, a HTML5 ainda é uma linguagem de definição de páginas web, mas a grande mudança que está havendo aqui - e, você poderia dizer, a que está realmente levando aos recursos mais sofisticados - é a mudança da web rumo a uma plataforma de computação baseada na parte cliente".
Nesses 20 anos desde que a HTML surgiu, empresas - como a Adobe e seu Flash, a Microsoft com o Silverlight e a Apple com o QuickTime - acrescentaram seus próprios formatos proprietários de mídia à web.
Para completar, outras companhias - como Google com o Gears e a Oracle/Sun com o JavaFX - criaram tecnologias para a web que tornaram possível criar aplicações offline e que exploravam o ambiente do usuário. Não há nada de errado com isso, mas esses formatos proprietários e essas plataformas de aplicação comprometeram a ideia de uso universal da web.
O plano do Consórcio World Wide Web (W3C) com o HTML5 era responder a essas abordagens proprietárias. Este padrão aberto, que ainda tem de ser totalmente aprovado, eleva a HTML de simples descritora de elementos básicos de texto a uma forma que inclui especificações para apresentação de animações, áudio, equações matemáticas, fontes e vídeo. Em resumo, a HTML5 tem a missão de incorporar todas as funcionalidades que os usuários da web esperam hoje dos add-ons proprietários.
Mudança de rumo
Como disse Ian Hickson, um dos editores do padrão HTML5, "um dos objetivos da HTML5 é afastar a web de tecnologias proprietárias como Flash, Silverlight e JavaFX". Ao mesmo tempo, de acordo com Sir Tim Berners-Lee, o fundador da web e diretor do W3C, "sim, a HTML5 ainda é uma linguagem de definição de páginas web, mas a grande mudança que está havendo aqui - e, você poderia dizer, a que está realmente levando aos recursos mais sofisticados - é a mudança da web rumo a uma plataforma de computação baseada na parte cliente".
Para cada um dos múltiplos elementos que estão sendo incorporados na HTML5, explica Berners-Lee, "nós já tínhamos as peças", e ao juntá-las com a HTML5 "multiplicamos o poder de cada uma delas".
Parece bom, não é? Mas a HTML5 está anos distante de se tornar um padrão real. De fato, Dave Story, vice-presidente de ferramentas para desenvolvedor da Adobe, destacou que "a linha do tempo da HTML5 estabelece que ela está há pelo menos uma década da finalização do HTML5/CSS (Cascading Style Sheets) 3, e ainda teremos de ver que parte dele será implementada de forma consistente pelos navegadores. Enquanto isso, a plataforma Flash vai continuar a oferecer uma plataforma consistente e abrangente para permitir experiências de uso mais ricas e envolventes".
Parece bom, não é? Mas a HTML5 está anos distante de se tornar um padrão real. De fato, Dave Story, vice-presidente de ferramentas para desenvolvedor da Adobe, destacou que "a linha do tempo da HTML5 estabelece que ela está há pelo menos uma década da finalização do HTML5/CSS (Cascading Style Sheets) 3, e ainda teremos de ver que parte dele será implementada de forma consistente pelos navegadores. Enquanto isso, a plataforma Flash vai continuar a oferecer uma plataforma consistente e abrangente para permitir experiências de uso mais ricas e envolventes".
E mesmo quando a HTML 5 estiver pronta, o que vai acontecer? Pegue como exemplo a recém-aprovada tag de vídeo neutra em relação a codecs. Em tese, isso deveria facilitar a inserção de conteúdo multimídia em páginas web. Na prática, não é tão fácil. Isso porque a HTML5 não especifica que codec deveria ser suportado pela tag de vídeo.
Bem, YouTube e Vimeo já suportam a tag de vídeo da HTML5 com o codec H.264. Mas, como o H.264 não é um codec proprietário da mesma forma que é o Adobe Flash, ele não vem com restrições de patentes.
O mesmo é verdade com outros codecs em potencial. Mesmo o preferido do código aberto Ogg Theora não tem sua situação completamente clara em relação a patentes. Em qualquer caso, o problema de um padrão de formato de vídeo universal para a web está simplesmente sendo empurrado da HTML para onde ele sempre esteve: os navegadores web. Em outras palavras, estamos empacados com o mesmo e velho problema quando o tema é vídeo na internet.
Aplicações offline
Não é apenas vídeo. A HTML5 vai incluir diversos recursos que contemplam a construção de aplicações web que trabalham offline. Elas incluem suporte para um banco de dados SQL do lado cliente e aplicações offline e cache de dados. De novo, parece ótimo. Mas enquanto o Google, por exemplo, está migrando sua funcionalidade Google Gears de offline para a abordagem da HTML5, ele não está parando por aí.
Bem, YouTube e Vimeo já suportam a tag de vídeo da HTML5 com o codec H.264. Mas, como o H.264 não é um codec proprietário da mesma forma que é o Adobe Flash, ele não vem com restrições de patentes.
O mesmo é verdade com outros codecs em potencial. Mesmo o preferido do código aberto Ogg Theora não tem sua situação completamente clara em relação a patentes. Em qualquer caso, o problema de um padrão de formato de vídeo universal para a web está simplesmente sendo empurrado da HTML para onde ele sempre esteve: os navegadores web. Em outras palavras, estamos empacados com o mesmo e velho problema quando o tema é vídeo na internet.
Aplicações offline
Não é apenas vídeo. A HTML5 vai incluir diversos recursos que contemplam a construção de aplicações web que trabalham offline. Elas incluem suporte para um banco de dados SQL do lado cliente e aplicações offline e cache de dados. De novo, parece ótimo. Mas enquanto o Google, por exemplo, está migrando sua funcionalidade Google Gears de offline para a abordagem da HTML5, ele não está parando por aí.
Em vez disso, como um antigo defensor da web aberta, Dion Almaer, disse, "o Gears está sempre a caminho de se tornar um superconjunto da HTML5". E, é claro, sendo um superconjunto, isso significa que mesmo que um navegador suporte tudo da HTML5, ele poderá não funcionar com uma aplicação offline feita com Google Gears.
Pegou a ideia? Claro, todo mundo é a favor da HTML5, mas o diabo está nos detalhes. Para o futuro próximo, a web vai permanecer do jeito que é agora: uma mistura de padrões abertos com sua parte mais interessante trancada por trás de métodos ou formatos proprietários ou exclusivos.
Pegou a ideia? Claro, todo mundo é a favor da HTML5, mas o diabo está nos detalhes. Para o futuro próximo, a web vai permanecer do jeito que é agora: uma mistura de padrões abertos com sua parte mais interessante trancada por trás de métodos ou formatos proprietários ou exclusivos.
(Steven J. Vaughan-Nichols)
Fonte: IDG Now
segunda-feira, 29 de março de 2010
Manual de como não usar o Twitter!
Locaweb paga R$ 600 mil ao São Paulo enquanto diretor ofende o clube.
No clássico deste domingo, contra o Corinthians, os jogadores do São Paulo entraram em campo pela primeira vez com o patrocínio da Locaweb. A empresa, que oferece hospedagem de sites e infraestrutura para internet, fechou um acordo com a equipe do Morumbi por duas partidas. Porém, durante o confronto, o diretor comercial da empresa, Alex Glikas, ironizou o Tricolor, derrotado por 4 a 3, usando expressões obscenas, além de se referir ao São Paulo como 'bambizada'.
Mais tarde, após o episódio ganhar repercussão na internet, a página do diretor já não trazia mais as mensagens ofensivas. Alex Glikas usou seu espaço para pedir desculpas e elogiou os times pelo jogo em duas mensagens: “Parabéns Corinthians e parabéns São Paulo pelo clássico” e "Minhas sinceras desculpas à torcida e ao time do SPFC. No calor do clássico, o torcedor tomou conta do profissional. Não acontecerá de novo"
De acordo com o departamento de comunicação do São Paulo, um dos donos da Locaweb entrou em contato com o diretor de comunicação do clube, Rogê David, e fez um pedido formal de desculpas. A empresa alegou que os textos publicados no Twitter representam somente o pensamento de um funcionário da empresa. Um comunicado também foi posto na internet, com mais um pedido de desculpas
No clássico deste domingo, contra o Corinthians, os jogadores do São Paulo entraram em campo pela primeira vez com o patrocínio da Locaweb. A empresa, que oferece hospedagem de sites e infraestrutura para internet, fechou um acordo com a equipe do Morumbi por duas partidas. Porém, durante o confronto, o diretor comercial da empresa, Alex Glikas, ironizou o Tricolor, derrotado por 4 a 3, usando expressões obscenas, além de se referir ao São Paulo como 'bambizada'.
Mais tarde, após o episódio ganhar repercussão na internet, a página do diretor já não trazia mais as mensagens ofensivas. Alex Glikas usou seu espaço para pedir desculpas e elogiou os times pelo jogo em duas mensagens: “Parabéns Corinthians e parabéns São Paulo pelo clássico” e "Minhas sinceras desculpas à torcida e ao time do SPFC. No calor do clássico, o torcedor tomou conta do profissional. Não acontecerá de novo"
De acordo com o departamento de comunicação do São Paulo, um dos donos da Locaweb entrou em contato com o diretor de comunicação do clube, Rogê David, e fez um pedido formal de desculpas. A empresa alegou que os textos publicados no Twitter representam somente o pensamento de um funcionário da empresa. Um comunicado também foi posto na internet, com mais um pedido de desculpas
Twitter: modelo de geração de receitas poderá sair até 31/3
Em entrevista à TV americana, o cofundador do microblog Biz Stone disse que revelaria o modelo de negócios do site "até o fim do mês".
O Twitter poderá ter seu modelo de geração de receitas revelado até quarta-feira (31/3), de acordo com declarações feitas pelo cofundador do microblog, Biz Stone.
Em entrevista à rede de TV americana CBS durante o congresso CTIA Wireless 2010, que terminou quinta-feira (25/3) em Las Vegas (EUA), Stone afirmou que prepara o lançamento do modelo de negócios do site "até o fim do mês".
Em 2/3, o The Wall Street Journal informou que o Twitter estaria prestes a lançar um modelo de veiculação de publicidade "nos próximos meses", sem fornecer mais detalhes sobre o projeto.
Em entrevista à rede de TV americana CBS durante o congresso CTIA Wireless 2010, que terminou quinta-feira (25/3) em Las Vegas (EUA), Stone afirmou que prepara o lançamento do modelo de negócios do site "até o fim do mês".
Em 2/3, o The Wall Street Journal informou que o Twitter estaria prestes a lançar um modelo de veiculação de publicidade "nos próximos meses", sem fornecer mais detalhes sobre o projeto.
No entanto, em maio de 2009, os fundadores Stone e Evan Willians chegaram a afirmar, em evento realizado pelo mesmo jornal, que incluir anúncios no serviço "é a coisa menos provável que faremos".
Criado em 2006, o serviço que permite a publicação de mensagens com até 140 caracteres tem conquistado uma legião de usuários. Em janeiro, o serviço atingiu a marca de 50 milhões de tweets por dia.
Em julho de 2009, baseado em documentos supostamente obtidos por um hacker, o jornal The New York Times afirmou que o Twitter projetaria ter 1 bilhão de usuários em 2013, com receitas de 1,54 bilhão de dólares.
Criado em 2006, o serviço que permite a publicação de mensagens com até 140 caracteres tem conquistado uma legião de usuários. Em janeiro, o serviço atingiu a marca de 50 milhões de tweets por dia.
Em julho de 2009, baseado em documentos supostamente obtidos por um hacker, o jornal The New York Times afirmou que o Twitter projetaria ter 1 bilhão de usuários em 2013, com receitas de 1,54 bilhão de dólares.
Fonte: IDG Now
sexta-feira, 26 de março de 2010
Samsung lançará aparelho Blu-ray 3D no Brasil
Modelo BD-C6900 também acessa a internet
A Samsung está divulgando hoje sua linha de produtos para os próximos meses no Brasil. E um dos destaques é o aparelho Blu-ray BD-C6900. Ele é compatível com o novo padrão Blu-ray 3D, que trará filmes em três dimensões para usuários domésticos.
O aparelho vem também com a plataforma Internet@TV, que permite ler notícias e ver vídeos do YouTube na TV, entre outras atividades. A Samsung anunciou que distribuirá o BD-C6900 no Brasil, mas não especificou data nem preço.
A empresa também anunciou hoje séries de TVs LCD e de plasma com suporte à tecnologia 3D. A série 9000, que converte imagens 2D em 3D, chega em abril, ainda sem preço definido. Outras linhas de TV chegam entre maio e junho. Uma das opções de compra será um pacote com TV 3D série 7000 de 40 polegadas, aparelho Blu-ray-3D, dois óculos e um disco 3D da animação Monstros vs Alienígenas por R$ 8.000.
Fonte: IG Tecnologia
quinta-feira, 25 de março de 2010
HTC apresenta o EVO, primeiro smartphone 4G com Android 2.1
Aparelho chega pela Sprint, oferecerá velocidades até dez vezes maiores que a redes 3G atuais e vem sistema interface Sense.
Após meses de rumores, a Sprint e a HTC finalmente mostraram o primeiro smartphone 4G com Android. O HTC EVO 4G (originalmente chamado de “Supersonic”) possui tela touch capacitiva de 4,3 polegadas e roda a interface de usuário Sense, da HTC, rodando em cima do sistema móvel Android 2.1.


Após meses de rumores, a Sprint e a HTC finalmente mostraram o primeiro smartphone 4G com Android. O HTC EVO 4G (originalmente chamado de “Supersonic”) possui tela touch capacitiva de 4,3 polegadas e roda a interface de usuário Sense, da HTC, rodando em cima do sistema móvel Android 2.1.
Com uma tela tão grande, o EVO 4G é ideal para assistir vídeos. Ele não apenas suporta uma grande gama de extensões, mas possui saída HDMI e acompanha um suporte para deixar as mãos livres enquanto o vídeo é reproduzido.
O EVO 4G tem câmera de 8 megapixels capaz de capturar vídeos em alta definição. Como o Nexus One, celular produzido pela HTC com a marca do Google, vem equipado com o processaodr de Snapdragon de 1 GHz, da Qualcomm.
Tal como os aparelhos Legend, Desire e HD2 Mini, o EVO 4G vem com a interface Sense. Lançada no Mobile World Congress, esta interface oferece algumas funções úteis para facilitar a navegação, incluindo um recurso chamado Leap.
Essencialmente, o Leap é um jeito bonito de fazer múltiplas tarefas – é similar à visualização “deck of cards” do webOS, da Palm. Aperte qualquer parte da tela e veja sete miniaturas das páginas abertas. Daí, o usuário pode ir para qualquer aplicativo aberto ou fechar algum deles.
Outro novo recurso é um widget chamado Friend Stream. Ele permite visualizar atualizações de amigos, links compartilhados e fotos em uma única página.
A Sprint diz que a rede 4G terá picos de velocidade dez vezes superior à rede 3G. Enquanto a Sprint conversa sobre os serviços WiMAC para os próximos anos, poucos dispositivos compatíveis com a tecnologia foram mostrados.
O EVO 4G será lançado no meio do ano pela Sprint, mas o preço ainda não foi anunciado.
Assinar:
Postagens (Atom)

